segunda-feira, 27 de maio de 2013

Carlos Vilarinho e o seu gol de empate



Eu tinha dez anos quando assisti Pelé. Isso porque gostava mais de jogar do que assistir qualquer um jogar no estádio. Mas aí na Fonte Nova com meu pai vi aquele cara todo de branco com o número dez às costas fazendo desgraça com a bola. Um capeta. Nasceu o torcedor. Aquilo mexia comigo. Não tinha mais Pelé, descobri Zico. Putz! Sonhei, cara, sonhei muito. Aquela derrota me deu um amargo danado. Derreteu meu sonho. Trinta e um anos depois recebo o convite para escrever sobre aquele dia. Vingança. Empatei o jogo agora. 

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