quarta-feira, 29 de maio de 2013

Rodrigo e o seu herói: Paolo Rossi



O combustível para escrever o conto foi a recordação da casa de minha avó, a família grande e reunida em busca da vitória. Para um garoto de doze anos, era aquela a representação do Brasil – futebol, alegria, misticismo, cerveja e transgressão. E, e isso é curioso, não foi difícil escrevê-lo, pois a lembrança dessa data me assombrou por muito tempo e ainda me assombrará, possivelmente, por toda a vida (parece sacrilégio, mas Paolo Rossi se transformou numa espécie de deus ou herói).


Foto: The Urban Earth

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